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Tratamento devolve a qualidade de vida perdida com a bursite no quadril

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Saiba mais sobre a Bursite

A Bursa é um pequeno saco gelatinoso localizado em todo o corpo, que atua como uma espécie de almofada entre os ossos e os tecidos moles, recobrindo-os e ajudando a reduzir a fricção entre tendões e ossos. Quando a Bursa inflama, temos uma bursite. Uma das mais comuns é a bursite de quadril, que acomete principalmente mulheres de meia idade e idosos, mas o número de homens e jovens acometidos é cada vez maior.

Ao menor sinal de dor no quadril, é preciso procurar um especialista.

O principal sintoma da bursite de quadril é dor lateral do quadril. É muito comum que essa dor irradie para a perna. Há, ainda, sensação de queimação e a dor se intensifica com o tempo. Na maior parte das vezes, a dor aparece mais à noite, quando deitamos sobre o quadril afetado ou quando levantamos de uma cadeira, após longo tempo sentado”, explica o reumatologista Eduardo Sadigurschi, do CREB – Centro de Reumatologia, Ortopedia e Fisioterapia.

Ao menor sinal de dor no quadril, diz o médico, é preciso procurar um especialista. “É possível ter de volta a qualidade de vida perdida com uso de medicamento específico e tratamento fisioterápico. No CREB, utilizamos protocolos, com sucesso, que incluem incluem hidroterapia, em piscina específica para esse fim, com água aquecida a 32 a 34 graus centígrados, acupuntura e pilates. Também contamos com a viscossuplementação, para uma melhor articulação”, finaliza o Dr. Eduardo.


Torcicolo pode ser um sinal de alerta para outras doenças

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O torcicolo é uma doença absolutamente comum, que leva muitos pacientes ao consultório médico.

Ela apresenta rigidez e dor no pescoço, mas também pode trazer dor de cabeça, limitação em movimentar a cabeça, dificuldade de elevação do ombro do lado da torção, inchaço na região, tensão e, em alguns casos, tremor.

Segundo o Dr. Sérgio Rosenfeld, reumatologista do CREB – Centro de Reumatologia, Ortopedia e Fisioterapia, ao menor sinal desses sintomas um especialista deve ser consultado.

O estresse, por exemplo, é um fator desencadeante da doença muitíssimo comum. É preciso evitá-lo. Também devemos optar por medidas preventivas, como trocar o colchão e travesseiros por modelos mais anatômicos e confortáveis, utilizar mobília que favoreça a postura no trabalho e realizar atividade física regular, fortalecendo a musculatura, a postura e o tônus muscular. Caminhar é muito bom, é uma atividade muito saudável – estabelece ele.

Tratamento para o Torcicolo

O médico do CREB diz que é preciso evitar a atividade física durante uma crise de torcicolo. A acupuntura, diz, pode ser uma excelente opção para eliminar as dores. O Dr. Sérgio pontua que o CREB oferece esse serviço, realizado por profissionais gabaritados e especialistas. Em alguns casos, o médico poderá optar pelo uso de um colar cervical, para que o pescoço fique imobilizado. O Dr. Sérgio ressalta que as melhores condutas serão definidas em consultório médico, com um especialista.

Podemos optar por um tratamento medicamentoso, aliado a fisioterapia. O pilates terapêutico também é uma excelente opção. O importante é visitar o médico e definir o melhor tratamento. O torcicolo pode até parecer inofensivo, mas mão é. Na verdade, ele pode ser um verdadeiro sinal de alerta para outras doenças – finaliza ele.


Fumante tem mais chance de sentir dor lombar

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Fumante tem mais chance de sentir dor lombar

Fumantes – especialmente os mais jovens – têm maiores chances de apresentar dores lombares do que pessoas que nunca fumaram. È o que garante uma pesquisa do Finnish Institute of Occupational Health, publicada no American Journal of Medicine, que analisou profundamente 40 diferentes estudos de várias partes do mundo, de 1966 a 2009, que relacionaram dores lombares, fumantes, ex-fumantes e pessoas que nunca fumaram.

Os cientistas chegaram a conclusão de que há uma associação clara entre o fumo e a dor, apesar dos dados não provarem efetivamente que o tabagismo leva à dor nas costas.

  • Não se sabe exatamente qual é a relação entre o ato de fumar e a dor nas costas, mas acredita-se que há uma redução do fornecimento de sangue para a espinha dorsal, que há um risco mais alto de osteoporose e que há circulação aumentada de substâncias relacionadas à dor no organismo dos fumantes – explica Haim Maleh, fisiatra e reumatologista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo e reumatologista da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).


Atendimento médico especializado no Rio de Janeiro:

  • BARRA DA TIJUCA:   Av. das Américas, 700 - Bloco 8 - Loja 320 - Città Américas
  • BOTAFOGO:   Rua Voluntários da Pátria, 408
  • COPACABANA:   Rua Barata Ribeiro, 774 - ao lado do metrô
  • MÉIER:   Rua Dias da Cruz, 13 - ao lado da estação Méier

Atendimento médico Ortopedia e Fisioterapia em São Paulo:

  • SANTO AMARO:   Av. Santo Amaro, 5702
  • INTERLAGOS:   Av. Interlagos, 1989
  • TATUAPÉ:   Rua Apucarana, 1619